
Vejo a chuva cair,
Serena e constante,
Da maneira que não costumo ser.
Vejo as folhas caírem
Em seu harmônico balé.
Sinto a sutileza do fim,
Sinto a ternura do adeus
Onde cada centímetro transforma
A dor em nostalgia.
Saudades do sol, do vento
E do amor que ali vivia
Agora se esvai lentamente
Pétala por pétala
Digo adeus a minha rosa azul
Sabendo que sua existência foi única
Mesmo nunca a encontrando
Me vejo estranhamente feliz
Agradeço à vida
E a permito descansar em paz
Assim começa o gélido inverno
Em meu coração.
Esse é um poema que escrevi ano passado, resolvi dividi-lo com vcs! Não é dos mais felizes, mas espero tenham gostado!
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